PIPOQUEIRO: Por que Bruno Guimarães foi o escolhido para bater o pênalti contra a Noruega

Meio-campista desperdiçou cobrança que poderia colocar o Brasil em vantagem ainda no primeiro tempo das oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.
A seleção brasileira foi eliminada neste domingo (5) pela Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, ao perder por 2 a 1. Ainda no primeiro tempo, o Brasil teve a chance de abrir o placar em um pênalti sofrido por Matheus Cunha. O meio-campista Bruno Guimarães, foi o escolhido para a cobrança, mas parou na defesa do goleiro Ørjan Nyland. Com o placar ainda em 0 a 0, a equipe brasileira desperdiçou a oportunidade de sair na frente. Na etapa final, Erling Haaland marcou duas vezes, garantiu a vitória norueguesa e a classificação para as quartas de final.
Na entrevista coletiva após a partida, o técnico Carlo Ancelotti foi questionado sobre o motivo de Bruno Guimarães ter sido o responsável pela cobrança. O treinador explicou que a decisão foi baseada em um levantamento estatístico realizado pela comissão técnica.
"Fizemos uma estatística de um ano, com jogadores rivais e os nossos, o melhor era Neymar, depois Igor Thiago, depois Raphinha e depois Bruno Guimarães, que era quem estava no campo", disse o treinador.
O pênalti defendido por Nyland foi apenas a quarta cobrança de Bruno Guimarães em jogos oficiais com a bola rolando ao longo de toda a carreira profissional. Antes disso, o volante havia batido apenas três penalidades — todas convertidas. A primeira aconteceu em 8 de maio de 2021, quando defendia o Lyon, na vitória por 4 a 1 sobre o Lorient. Na ocasião, Bruno marcou de pênalti aos 71 minutos, quando sua equipe já vencia por 3 a 0.
As outras duas cobranças vieram já pelo Newcastle, ambas em 2026. A primeira foi em 7 de janeiro, na vitória por 4 a 3 sobre o Leeds United, convertendo um pênalti nos acréscimos quando o placar marcava 3 a 3. Um mês depois, em 7 de fevereiro, voltou a bater uma penalidade, desta vez na derrota por 3 a 2 para o Brentford, também convertendo a cobrança. Até o duelo contra a Noruega, Bruno Guimarães tinha aproveitamento de 100% em cobranças de pênalti durante sua carreira profissional.
Assessoria/Joaquim Lira Viana/Caminho Político
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