ESCAPOU DO VEXAME: Brasil com Lucas Paquetá, isso tem que ir aprender jogar futebol, tem que ser cortado imediatamente da seleção brasileira

O Brasil escapou do vexame por um fio, mas a atuação deixou uma certeza: Lucas Paquetá não pode mais vestir essa camisa.
O meia que um dia foi esperança hoje joga como quem não sabe o que fazer com a bola nos pés. Parece que ele esqueceu completamente os fundamentos do futebol: passes errados, controle ruim e decisões absurdas. Se quer continuar no esporte, precisa voltar às categorias de base e reaprender tudo do zero. É inaceitável ver um jogador com sua reputação atuando de forma tão amadora e sem compromisso. Em cada lance, demonstra falta de concentração, de técnica e de inteligência tática. Não cria jogadas, não marca, não ajuda na defesa e nem chega para finalizar com perigo.
Sua presença em campo atrapalha mais do que ajuda, pois desequilibra todo o funcionamento do time. O seu desempenho foi tão baixo que parecia estar jogando em um time de divisão inferior, não na seleção brasileira. Não tem ritmo, não tem agilidade e, o pior, não tem atitude para lutar pela camisa que veste.
Jogadores com muito menos nome e projeção atuam com mais vontade, qualidade e entrega do que ele. Paquetá não está correspondendo, não evolui e ainda ocupa uma vaga que poderia ser de quem merece. Por tudo isso, a medida mais urgente e necessária é clara: ele deve ser cortado imediatamente da seleção.
Não há espaço para quem não quer ou não sabe jogar no conjunto que representa o país inteiro.
Manter um atleta desse nível só enfraquece o time, confunde o esquema e frusta a torcida. O técnico precisa ter coragem de cortar, independentemente de nome ou passado, pois o presente é péssimo.
Se Paquetá quiser um dia voltar, primeiro tem que provar que aprendeu a jogar de verdade nos clubes. Suas escolhas em campo são sempre as piores possíveis, como se estivesse jogando contra o próprio time. A torcida já percebeu, vaiou e pediu saída, pois não aceita ver tamanha incompetência com a camisa amarela.
O Brasil tem talentos emergentes, jogadores que lutam e que têm qualidade muito superior à dele.
Insistir em Paquetá é insistir no erro, é caminhar para o fracasso e correr risco de vergonhas ainda maiores. O "escapou do vexame" foi apenas sorte; com ele em campo, o risco de derrota é sempre maior. Ele não tem sido peça útil, mas sim um problema que atrasa todo o desenvolvimento do jogo da seleção.
Que o corte seja definitivo e sirva de aviso: na seleção, só fica quem tem qualidade e entrega total.
Lucas Paquetá, vá aprender a jogar futebol, evolua, prove seu valor, e só volte se merecer — por enquanto, está fora.
Régis Oliveira/Caminho Político
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