O PT avalia o empresário Josué Gomes da Silva, ex-presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), como uma possível alternativa ao senador Rodrigo Pacheco (PSB) na disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026. O nome do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) também aparece entre as opções consideradas pela legenda. As informações foram publicadas pela CNN Brasil, que ouviu dirigentes petistas envolvidos nas articulações políticas em Minas. Embora o partido continue defendendo a candidatura de Pacheco, cresce internamente a percepção de que o ex-presidente do Senado ainda não deu sinais concretos de que pretende entrar na disputa pelo Palácio Tiradentes.
O presidente do PT mineiro, Guima Jardim, afirmou à CNN Brasil que a prioridade da legenda segue sendo Pacheco, mas destacou que as definições eleitorais dependerão da estratégia nacional liderada pelo presidente Lula.
Segundo Guima, o objetivo do partido é construir alianças estaduais capazes de fortalecer o projeto de reeleição do presidente em 2026. Nesse contexto, o nome de Josué Gomes da Silva passou a ser visto com interesse por setores da militância petista.
Filho do ex-vice-presidente José Alencar, que integrou os dois primeiros governos Lula, Josué se filiou recentemente ao PSB e mantém boa interlocução com diferentes setores políticos e empresariais.
“Ele é preparado, já foi candidato a senador aqui em Minas. Temos um histórico com a família: José de Alencar foi um vice importante na nossa trajetória. Ele é um industrial mineiro que foi presidente da Fiesp, o que mostra a força de articulação. E temos um projeto de reindustrialização do Brasil”, declarou Guima Jardim.
Apesar das movimentações nos bastidores, Josué Gomes da Silva ainda não manifestou publicamente interesse em disputar o governo mineiro. O dirigente petista também ressaltou que não houve qualquer sondagem formal ao empresário até o momento.
Outro nome citado nas conversas internas é o de Alexandre Kalil. O ex-prefeito de Belo Horizonte foi apoiado pelo presidente Lula na eleição de 2022 para o governo de Minas, quando acabou derrotado pelo atual governador Romeu Zema (Novo).
Dentro do PT, há avaliações distintas sobre as vantagens de cada alternativa. O apoio a Josué facilitaria a manutenção da aliança com o PSB, partido de Pacheco. Já Kalil aparece como um nome politicamente testado e com pré-candidatura colocada há mais tempo no cenário estadual.
Enquanto Rodrigo Pacheco segue sem anunciar sua decisão definitiva, o PT intensifica as discussões sobre os caminhos possíveis para a sucessão mineira, considerada estratégica para o projeto nacional do presidente Lula em 2026.
Assessoria/Redação Brasil 247/Caminho Político
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