Teerã acusa os EUA de violar acordo para reabertura da via ao manter o bloqueio naval a portos iranianos. Petroleiro relata ataque de barcos iranianos. Acompanhe o conflito. As forças armadas do Irã dizem que restrições à passagem de navios pelo Estreito de Ormuz estão sendo impostas novamente, alegando "repetidas violações de confiança" pelos Estados Unidos no cessar-fogo dos dois lados. Na sexta-feira (17), o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, postou no X que o estreito estava aberto para o tráfego, mas em poucas horas a mídia estatal iraniana confirmou a "supervisão total das forças armadas iranianas sobre a passagem de navios, e tal passagem é considerada nula e sem efeito se o alegado bloqueio naval continuar".
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, insistiu que um bloqueio naval dos portos iranianos permaneceria em vigor até que um acordo completo fosse alcançado com Teerã.
Não está claro quando e onde os dois lados poderão se encontrar novamente após o fracasso de uma primeira rodada de negociações em Islamabad no último fim de semana.
Um porta-voz militar iraniano disse que Teerã havia permitido "um número limitado de petroleiros e navios comerciais" passar pelo estreito.
"Mas, infelizmente, os americanos, com suas repetidas violações de confiança que fazem parte do seu histórico, continuam a se envolver em pirataria e roubo marítimo sob o chamado título de bloqueio", disse o porta-voz, segundo a agência de notícias semioficial Fars.
O controle do estreito estava novamente "sob a gestão e controle rigorosos das forças armadas", até que os Estados Unidos terminassem seu bloqueio de navios saindo e destinados para portos iranianos, disse ele.
Assessoria/Caminho Político
📢 Jornalismo profissional e de qualidade. Acompanhe as últimas notícias de Cuiabá, de Mato Grosso, de Brasil e do Mundo.
📲 📰 💻Siga o Caminho Político nas redes sociais 💻
🎯Instagram: https://www.instagram.com/caminhopoliticomt
🎯Facebook: https://www.facebook.com/cp.web.96
🌐www.caminhopolitico.com.br
🌐www.debatepolitico.com.br
Comentários
Postar um comentário