O diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues, criticou nesta quarta-feira (17) quem prega o "endurecimento" de penas, mas também defende a "anistia", e afirmou que é preciso ter "coerência". "Nós, autoridades públicas dos Três Poderes, temos de ter coerência entre o discurso e a prática. Não vale pregar mais o endurecimento de pena, proibir benefícios condicionalmente, inclusive, previstos, e na hora da prática fazer outra coisa, como, por exemplo, propor anistia ou propor afrouxamento de pena para quem comete crime e crime organizado", afirmou durante agenda em Brasília.
Assessoria/Caminho Político
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