CAMINHO DO ESPORTE: Brasil 5 x 0 Coreia do Sul: quem brilhou no teste da seleção brasileira na Ásia?

Na melhor exibição da seleção brasileira sob o comando do treinador italiano Carlo Ancelotti, o Brasil fez 5 a 0 na Coreia do Sul, em Seul, no primeiro dos dois amistosos que a equipe vai fazer na Ásia nesta Data Fifa (joga também contra o Japão na terça, dia 14/10, às 7h30 de Brasília). Mas quem se destacou e ganhou pontos com o técnico?
Para começar, a dupla Estêvão e Rodrygo - cada um fez dois gols. O outro gol foi de Vinicius Júnior, que voltou ao time depois de uma suspensão e reforçou o poderio ofensivo da equipe amarela. Além de Rodrygo e Vini Jr, outro representante do Real Madrid que foi titular foi o zagueiro Éder Militão. Além dos três, Casemiro, hoje no Manchester United, defendeu o clube espanhol sob o comando de Ancelotti. O quarteto, formado por jogadores de confiança do italiano nos tempos de Madri, também sai do amistoso mais forte e, ao que tudo indica, vai ganhar espaço.
Vale ressaltar a fragilidade da seleção coreana, conhecida por ter uma marcação forte, mas que deu espaços para o time brasileiro. Além disso, pouco atacou. O Brasil teve 14 finalizações contra apenas quatro dos donos da casa - dessas quatro, apenas uma na direção do gol.
Ancelotti não usou um centroavante, um "camisa 9 de ofício", mas atuou com quatro atacantes de origem. Além de Estêvão, Vini Jr e Rodrygo, Matheus Cunha também começou a partida, formando o que foi chamado de 'quadrado (ou quarteto) mágico' - apelido um pouco exagerado, considerando a limitação coreana. Sem um jogador fixo, um 9, o time dá espaço para a movimentação das peças de frente.
Quem segue em alta é Bruno Guimarães, titular absoluto da seleção e destaque do Newcastle. Firme na marcação e autor da assistência para o primeiro gol de Estêvão - o segundo gol dele saiu após uma falha da zaga coreana, que também errou em um dos gols de Rodrygo. Matheus Cunha não marcou, mas deu a assistência para o gol de Vini Jr.
Entre os testes, os laterais-direitos Vitinho e Paulo Henrique e o esquerdo Carlos Augusto, que entrou no decorrer da partida na vaga de Douglas Santos, que, a cada jogo, vai ganhando espaço e pode se firmar na equipe. Ancelotti também testou Paquetá, entrando na vaga de Estêvão. O meia participou do lance do quinto gol.
Atacantes com características de área, Richarlison e Igor Jesus também participaram do jogo, entrando no segundo tempo, mas parecem ser mais opções neste momento. Vale lembrar que, apesar do destaque do quarteto, Raphinha não jogou e dificilmente o jogador do Barcelona não será titular. Resta saber quem Ancelotti vai tirar. Em um primeiro momento, quem pode perder a chance é Rodrygo, que ficou um tempo ausente das convocações.
Na zaga, Ancelotti usou pela primeira vez seu antigo comandado Militão, que atuou ao lado de Gabriel Magalhães. A zaga foi pouco testada, mas se trata de uma boa dupla. Lembrando, claro, que Marquinhos não foi utilizado e é outro que não deve perder a vaga.
Além do jogo contra o Japão na terça-feira (14), a seleção vai jogar em novembro contra Senegal, em Londres, e Tunísia, em Paris. Depois, mais dois amistosos em março de 2026, antes da Copa do Mundo, em junho.Ou seja, quem quiser ganhar espaço, vai ter pouco tempo para mostrar serviço.
Assessoria/Frederico Jota/Caminho Político
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