Esta sexta-feira foi o último dia da da exposição Memória Biocultural [narrativas e resistências em 50 anos do MACP/UFMT] no Museu de Arte e de Cultura Popular (MACP) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Mas, esse não é o fim da apresentação das obras que ficarão disponíveis em um catálogo virtual a partir do site e da rede social do MACP. O lançamento do catálogo virtual aconteceu em conjunto com uma roda de conversa que fez uma análise da importância da exposição. Para a reitora da UFMT, professora Marluce Souza e Silva, celebrou a longevidade da exposição, disponível desde o fim de 2024, e também o lançamento do catálogo que compõe o calendário de comemorações do aniversário de 55 anos da UFMT. “Independente de estarmos na gestão, é muito importante que as atividades de cultura, e de esporte também estejam acontecendo cotidianamente. Principalmente agora em que todas as atividades culturais farão parte das comemorações dos 55 anos da universidade a serem celebrados em 10 de dezembro”, destacou a reitora.
Curadora da exposição, Ruth Albernaz, celebra a longevidade da exposição representada na mostra. “A primeira coisa que eu gostaria de sinalizar como muito importante é a gente ter um museu que completa 50 anos. Então são cinco décadas de ações ininterruptas deste museu, o MACP, Museu de Arte e de Cultura Popular da UFMT, é um museu com um acervo muito expressivo. Nós temos aqui mais de 400 obras, com os principais artistas do estado dessas cinco décadas. Nesta exposição nós fizemos um recorte com 50 artistas que compunham já o acervo, contou a curadora.
Ruth Albernaz conta que para a mostra, que contou com parcerias também de Fernanda Pitta, foi possível adquirir obras por doação. “Conseguimos também uma doação para o UFMT de uma obra de arte de uma artista indígena, a Kaya Gari. Então é uma entrada nova no acervo do MACP”, disse a artista a respeito da exposição que teve três eixos temáticos: Memória Biocultural, Manifesto Socioecológico e Emergência Climática.
A professora Lisiane de Jesus, pró-reitora de Cultura, Extensão e Vivência (Procev); celebra a exposição e sua extensão por meio de oficinas e atividades. “O Memória Biocultural deixa registrado beleza artística, cultural dentro dessa exposição. Tão importante quanto esse registro das obras dos artistas que fazem parte do nosso acervo, foram as oficinas que foram realizadas nesse período, dentro do MACP ou no Ateliê Livre, que são espaços aqui do Centro Cultural, como parte da parte pedagógica da exposição”, destacou a pró-reitora.
Assessoria/Caminho Político
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