“O ideal é criar um espaço que evolua junto com as necessidades e desejos de seus donos. Ou seja, um quarto bonito e funcional que acompanhe as diversas fases do desenvolvimento da criança”, destaca. Camila complementa que, por vezes, a arquitetura infantil é responsável por traduzir os sonhos de pais e filhos. “Nesses projetos, saímos do tradicional para agradar tanto as expectativas dos adultos quanto para conceber um espaço mais do que especial para as crianças – onde elas possam se desenvolver e explorar o lúdico, com espaços para sonhar e brincar”, comenta.
Nessa missão, a arquiteta ressalta que não existem regras. “Agora, quando a criança for maior e estiver cheia de referências, os pais devem entender que chegou a hora de passar o bastão de ideias e incluir o pequenino no processo. Assim, o arquiteto entenderá o perfil da criança e buscará, por exemplo, cores e itens que se identifiquem com sua personalidade. Até porque serão os super-heróis, as bonecas e os diversos desenhos animados os companheiros de sonhos dela”, reforça.
Apesar de existirem muitos pais que optam por um quarto pouco previsível, também há aqueles que querem preservar na memória visual o antigo ambiente. “Um especialista terá a expertise de agregar elementos que conectem a criança ao seu novo habitat, mas sem perder a essência do ambiente de partida – idealizado pelos pais. O importante é que os projetos tenham criatividade e amor em cada detalhe para refletir a alegria e a magia da infância”.
ZF PRESS/Caminho Político
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