Em editorial publicado no dia 9 de junho, o Intercept afirma que as reportagens foram “produzidas a partir de arquivos enormes e inéditos – incluindo mensagens privadas, gravações em áudio, vídeos, fotos, documentos judiciais e outros itens – enviados por uma fonte anônima” e que o objetivo é desenvolver “uma investigação jornalística contínua das ações de Moro, do procurador Deltan Dallagnol e da força-tarefa da Lava Jato”, a fim de informar à sociedade questões de interesse público e expor transgressões.
Da Redação
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