Além disso, dobrou o número de matrículas nas universidades federais e ampliou o número de universidades federais em 126 municípios. Construiu 214 escolas técnicas. E tirou a obrigatoriedade de fiadora para o Financiamento Estudantil (Fies), facilitando as formas de pagamento desse empréstimo, que possibilitou o curso universitário para milhares de jovens.
"O movimento das educadoras e educadores do país defende a revogação da reforma do ensino médio e da EC 95 para a retomada das 20 metas do Plano Nacional de Educação", além de "devolver os royalties do pré-sal para a educação e para a saúde e aplicação de 10% do PIB em educação pública", reforça Marilene.
De acordo com a sindicalista baiana, “essa reforma visa privatizar o ensino médio e assim tirar as filhas e filhos de famílias pobres da escola, além de liquidar com o sonho de ingressar na univesidade”.
Atualmente, 1,3 milhão de jovens entre 15 e 17 anos estão fora da escola porque precisam trabalhar, mostra o próprio Ministério da Educação.
“Somente com democracia é que teremos a educação pública como prioridade absoluta”, diz Marilene. "Toda nação desenvolvida investiu maciçamente em educação, com liberdade de cátedra e valorização dos profissionais"
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