No substitutivo aprovado pela comissão, o relator do projeto, deputado Marcos Reategui (PSD-AP), acrescentou a exigência de que os jovens das famílias a serem priorizadas tenham acesso reduzido a serviços de educação, cultura, esporte e lazer. Segundo ele, essa mudança no texto é necessária para beneficiar as pessoas que realmente precisam do Minha Casa, Minha Vida. “É necessário ter cautela no estabelecimento de prioridades em programas sociais, pois, do contrário, mecanismos que deveriam beneficiar alguns podem terminar não beneficiando, efetivamente, ninguém”, alertou.
Marcos Reategui aproveitou com modificações, em seu substitutivo, pontos de projetos apensados ao PL 6095/13 que estabelecem outros tipos de prioridades de acesso ao Minha Casa, Minha Vida. Assim, o texto aprovado determina que famílias com pessoas em situação de rua, com doença crônica incapacitante para o trabalho ou beneficiárias de prestação continuada de assistência social também tenham prioridade no programa habitacional.
O substitutivo prevê que o Poder Público local terá a responsabilidade de instalar ou ampliar, nas áreas alcançadas pelo Minha Casa, Minha Vida, equipamentos de educação, cultura, esporte, saúde, lazer e transporte.
Tramitação
O projeto ainda precisa ser analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Desenvolvimento Urbano; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).
Reportagem – João Pitella Junior
Edição – Rachel Librelon
Comentários
Postar um comentário