“Por exemplo, o Brasil, que já teve bilateralmente um superávit de US$ 5 bilhões com a Venezuela, abriu mão de seu papel orgânico natural de mediador do conflito da Venezuela, para se alinhar de forma vil e pusilânime aos Estados Unidos nessa questão”, rechaçou.
Após a palestra em Sorbonne, Ciro esteve no Senado da França, onde se reuniu com o grupo de senadores franceses – Laurence Cohen, Georges Patient e Phillippe Dominati, o qual chamou carinhosamente de “amigos do Brasil”.
Na pauta do encontro, conversaram sobre as relações entre Brasil e França e sobre o grave momento brasileiro. “O mundo está querendo compreender o que está acontecendo em nosso país. Vamos lutar e devolver a democracia e a paz ao Brasil!”, declarou Ciro Gomes.
Em suas redes sociais, Georges Patient escreveu sobre o encontro entre o grupo de amigos França/Brasil e Ciro Gomes: “Falamos sobre o garimpo ilegal, a reciprocidade dos vistos, o racismo contra os negros, com o assassinato de Marielle Franco”.
O pedetista também foi recebido, no mesmo dia, pelas deputadas Françoise Dumas e Anne Blanc na Assembleia Nacional da França. “Conversamos sobre as realidades dos dois países e como podemos, juntos, superar nossos problemas”, disse.
Ainda em território francês, Ciro Gomes gravou, na manhã desta quinta-fera (29), uma entrevista para a Radio France Internacional.
Ciro falou sobre o grave momento que vive o Brasil, além das eleições deste ano e o que tem que ser feito para superar as crises política e econômica.
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