CAMINHO DO ESPORTE: Carlos Alberto Parreira agradece carinho após receber alta: "Ajudou muito"

O ex-técnico Carlos Alberto Parreira, campeão da Copa do Mundo de 1994 com a Seleção Brasileira, recebeu alta neste sábado (5), após quase três meses internado no Hospital Samaritano Barra, no Rio de Janeiro.
"A gente fica agradecido por esse carinho, com certeza ajudou muito. A parte física a gente recupera, o importante é o emocional que tá muito bom. Alimentação, cuidado, e um pouco de exercício, que em breve estarei de volta as atividades normais", declarou Parreira à TV Globo.
O ex-treinador da Seleção Brasileira recebeu alta com festa da família e tirou fotos com funcionários do Hospital Samaritano, onde ficou internado por 80 dias.
De acordo com informações da unidade, Carlos Alberto Parreira apresentou evolução clínica positiva e a partir de agora, fará acompanhamento domiciliar do seu quadro geral.
Veja nota oficial do Hospital Samaritano
"É com grande satisfação que o Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, informa que após 80 dias internado, Carlos Alberto Parreira receberá alta médica neste sábado (5), pela manhã.
O ex-técnico da Seleção Brasileira de Futebol, ao longo do período de hospitalização, apresentou evolução clínica positiva após ter sido internado com uma grave inflamação pulmonar. A partir de agora, ele fará acompanhamento domiciliar e ambulatorial para monitoramento do seu quadro geral.
Durante a internação, Parreira foi acompanhado pela equipe do pneumologista Arthur Vianna e pelos profissionais multidisciplinares do Hospital Samaritano Barra".
Parreira e o linfoma de Hodgkin
Parreira luta há quatro anos contra um linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que começa no sistema linfático, um conjunto composto por órgãos e tecidos que produzem as células responsáveis pela imunidade e vazos que conduzem células por meio do corpo.
A característica da doença é se espalhar ordenadamente, de um grupo de linfonodos para outro. A expansão ocorre por meio dos vasos linfáticos. A doença surge quando um linfócito (célula de defesa do corpo), geralmente do tipo B, se transforma em uma célula maligna, que é capaz de se multiplicar e disseminar.
Assim, a célula maligna passa a produzir, nos linfonodos, cópias idênticas, que também podem ser chamadas de clones. Essas células podem também ir para outros tecidos próximos com o passar do tempo, e se não tratadas, atingir outras regiões do corpo.
Homens costumam ter maior propensão à doença do que mulheres. E ela costuma se originar com maior frequência na região do pescoço e na região do tórax.
Assessoria/Jon Cruz, da CNN Brasil/Caminho Político
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