Fluminense pressiona, mas não vive noite inspirada e só empata com Rivadavia no Maracanã

O Fluminense tentou pressionar, mas não tirou o zero no placar no reencontro com o Independiente Rivadavia, no Maracanã, agora válido pela abertura das oitavas de final da Libertadores. Com a bola rolando, o Tricolor teve mais a bola, mas, pouco inspirado, não fez o suficiente para vazar a meta argentina: 0 a 0.
Com o resultado, o time comandado por Luis Zubeldía, que segue devendo na competição, vai ter que buscar um resultado melhor no jogo da volta, em Mendoza, na próxima semana. Em caso de nova igualdade, a vaga nas quartas será decidida nos pênaltis. Quem vencer, independente do placar, avança.
Faltou repertório... e pontaria!
Foi um primeiro tempo de pouquíssimas emoções no Maracanã. O Fluminense, que foi a campo com uma formação diferente da habitual, com Castillo e Hulk afundando na área, sofreu com a ausência de inspiração em seu setor de meio campo.
Com Lucho Acosta e Canobbio no banco de reservas, o Tricolor das Laranjeiras até conseguiu ter a posse durante a primeira etapa, mas raramente conseguiu transformar o "volume estéril" em oportunidades de perigo.
Do outro lado, o Rivadavia fechou bem os espaços e até conseguiu surpreender com alternâncias em saltos de pressão na marcação mais alta, culminando em alguns erros na saída de bola do Flu. Ainda assim, perigo menos apenas nos minutos finais. Hulk chegou a receber com liberdade na grande área argentina, após boa jogada de Soteldo pela esquerda, mas isolou.
Na volta do intervalo, ciente da falta de repertório e agressividade ofensiva na primeira etapa, Zubeldía promoveu as entradas de Agustín Canobbio e Lucho Acosta e fez o Tricolor se apresentar um pouco melhor durante o segundo tempo.
A melhora ofensiva, entretanto, foi respondida à altura com as transições do Rivadavia, que emplacou bons contra-ataques e só não marcou pois parou em Fábio e na trave.
Os sustos causados pelos argentinos não mudaram a postura do Fluminense, mas a falta de eficiência ofensiva também persistiu. Hulk foi o mais cobrado pela torcida tricolor. Sem conseguir dar continuidade às jogadas, o camisa 7 foi muito mal nas finalizações e acabou substituído (e sob muita vaia das arquibancadas) por Cano, que participou da pressão final, mas também não conseguiu evitar uma noite em branco no Maracanã: 0 a 0.
Assessoria/ogol/Caminho Político
📢 Jornalismo profissional e de qualidade. Acompanhe as últimas notícias de Cuiabá, de Mato Grosso, de Brasil e do Mundo.
📲 📰 💻Siga o Caminho Político nas redes sociais 💻
🌐www.caminhopolitico.com.br
🌐www.debatepolitico.com.br

Comentários