Imagens divulgadas recentemente mostram a residência de alto padrão onde o ex-deputado federal Alexandre Ramagem morava em Orlando, na Flórida, antes de ser detido pelo ICE. O imóvel, avaliado em cerca de US$ 899 mil (aproximadamente R$ 4,5 milhões), conta com cinco quartos, cinco banheiros e vista para um lago. Com 329 metros quadrados de área construída, a propriedade está em um bairro tranquilo, próximo a centros comerciais e parques. Reportagens indicam que a casa foi adquirida em 2025, segundo registros de imobiliárias locais, e integra um conjunto de residências valorizadas na região por sua infraestrutura voltada ao conforto e à qualidade de vida. Fontes da TV Globo afirmam que a escolha do local teve relação direta com a proximidade de áreas de lazer e serviços essenciais, facilitando o dia a dia do ex-parlamentar.
Alexandre Ramagem foi preso na última segunda-feira (13) por agentes do ICE e encaminhado a um centro de detenção em Orlando. A detenção ocorreu por volta do meio-dia, horário de Brasília, e as autoridades brasileiras foram notificadas em seguida. A Polícia Federal apura agora os procedimentos para um possível retorno do ex-deputado ao Brasil, diante de pendências migratórias apontadas pelos EUA.
Segundo o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, a ação decorreu de uma operação conjunta entre Brasil e Estados Unidos no combate ao crime organizado. Ele ressaltou que Ramagem constava como foragido da Justiça brasileira e estava em situação migratória irregular em solo norte-americano, o que motivou sua detenção imediata pelas autoridades locais.
O ex-deputado foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 16 anos de prisão pelo inquérito que investigou uma tentativa de golpe de Estado para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no Planalto. De acordo com o STF, Ramagem integrava o núcleo central da articulação contra a ordem democrática, fato que motivou seu processo e posterior condenação.
Investigações da Polícia Federal revelaram que Alexandre Ramagem deixou o Brasil de forma clandestina antes da finalização do julgamento no STF, cruzando a fronteira de Roraima com a Guiana e seguindo depois para os Estados Unidos. Em dezembro de 2025, a Embaixada do Brasil em Washington encaminhou ao Departamento de Estado americano o pedido oficial de extradição, protocolado no dia 30 do mesmo mês.
Enquanto permanecia no exterior, aliados do ex-deputado afirmaram que ele pretendia solicitar asilo político nos EUA. Paralelamente, o ministro Alexandre de Moraes determinou a inclusão de seu nome na lista da Interpol, o que viabilizou sua localização por agências internacionais. Além disso, em dezembro, teve o mandato cassado, o passaporte diplomático cancelado e os vencimentos parlamentares bloqueados por ordem do STF.
Assessoria/ JETSS .COM/Caminho Político
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