A Senadora da República Damares Alves voltou a responder Silas Malafaia nesta sexta (16) após novo comentário do pastor, depois que ela divulgou a lista de evangélicos investigados na CPMI do INSS. “O Malafaia precisa orar um pouco. Eu não submeto minhas ações parlamentares a ele. Além das instituições que divulguei, há ainda menções na CPI à Assembleia de Deus do Amazonas. Mas, a instituição já forneceu os dados solicitados, que estão sob análise”, declarou ela ao O Globo, citando a igreja de Malafaia, a Assembleia de Deus.
A igreja e a Fundação Boas Novas têm relações com familiares do deputado Silas Câmara (Republicanos-AM), líder da bancada evangélica na Câmara. A senadora também disse sentir “profundo desconforto e tristeza” em meio a uma eventual presença de igrejas ou líderes religiosos em esquemas de fraude do INSS, contudo disse que a CPI tem o dever constitucional de apurar tudo “com responsabilidade, imparcialidade e base documental”.
Damares Alves solta o verbo
A situação com Malafaia começou no domingo (11), quando ela citou que evangélicos e grandes igrejas estão envolvidas no esquema. “Nós estamos identificando igrejas nos esquemas de fraudes aos aposentados. E quando se fala de um grande pastor, vem a comunidade: ‘Não falem, não digam, não investiguem, porque os fiéis vão ficar muito tristes’”, declarou.
A fala provocou uma reação inesperada de Malafaia, que, na quarta-feira, 14, disse que a fala de Alves era “conversa fiada” e a chamou de “linguaruda” e que não merece nem ser chamada de evangélica se não provar tudo.
Assessoria/Vinícius Carvalho/Caminho Político
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