CASO DE POLÍCIA NACIONAL: Barraqueiros agridem banhista em praia de Balneário Camboriú

Dias após a confusão que terminou com dois turistas agredidos na praia de Porto de Galinhas, no litoral de Pernambuco, outra cena semelhante ganhou repercussão nas redes sociais. Desta vez, banhistas teriam sido agredidos por um grupo de barraqueiros em uma praia de Balneário Camboriú, em Santa Catarina.
Nas imagens, ao menos três barraqueiros, trajando camisetas laranja, aparecem agredindo um homem. Ele é atingido com golpes de um objeto de madeira semelhante a uma vassoura, além de tapas. Em determinado momento do vídeo, outro homem surge e desfere uma voadora contra a vítima.
O vídeo foi compartilhado pelo jornalista Luiz Bacci. Até o momento, a motivação e o desfecho da briga em Balneário Camboriú não foram divulgados.
A reportagem encontrou em contato com a Polícia Civil de Santa Catarina para mais informações sobre o caso e aguarda retorno.
Agressão em Porto de Galinhas
No último sábado (27), uma briga envolvendo barraqueiros e turistas provocou tumulto na praia de Porto de Galinhas, no litoral pernambucano. O conflito teria começado após um desentendimento relacionado à cobrança por serviços oferecidos na faixa de areia, que alguns visitantes teriam se recusado a pagar.
Relatos iniciais apontam que um dos turistas teria agredido um trabalhador da praia, dando início à confusão. Em seguida, outros barraqueiros se aproximaram e passaram a atacar os visitantes, ampliando o confronto em meio a banhistas e frequentadores do local.
De acordo com o casal envolvido, a confusão começou após uma divergência na cobrança pelo uso de cadeiras de praia administradas por comerciantes locais. Eles afirmam que o valor inicialmente combinado era de R$ 50, sob a condição de não haver consumo de alimentos.
Johnny relatou que, no fim da tarde, ao solicitar a conta, foi surpreendido com uma cobrança maior. “Era por volta das quatro horas da tarde quando pedimos a conta. Ele disse que, como não consumimos, o valor seria R$ 80”, afirmou em entrevista ao g1.
Diante do ocorrido, a Prefeitura de Ipojuca anunciou a suspensão das atividades da barraca envolvida pelo período de uma semana.
Além da interdição, a Polícia Civil de Pernambuco realizou uma operação na praia e intimou os barraqueiros envolvidos a prestar depoimento. Segundo a corporação, pelo menos 14 pessoas já foram identificadas e são investigadas por possível participação em práticas de extorsão e nas agressões contra os turistas.
Assessoria/Elaine Sanoli/Wendel de Novais/Wladmir Pinheiro/Caminho Político
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