A 100ª prova da Corrida Internacional de São Silvestre, a mais tradicional prova de rua da América Latina, foi realizada na manhã desta quarta-feira. Na categoria dos cadeirantes, os campeões foram os paratletas Marleide Sales e Franciomar Franco, que viajaram de Manaus para disputar a edição histórica da competição. Franciomar destacou a emoção de representar o Amazonas e as pessoas com deficiência em sua estreia na corrida. “É minha primeira vez. Vim do Amazonas para representar meu estado e as pessoas com deficiência. É uma emoção muito grande. Agradeço à São Silvestre e ao pessoal de São Paulo, que foi muito acolhedor na chegada”, disse o paratleta à Gazeta Esportiva.
Emocionada por conquistar um pódio logo em sua primeira participação na prova, Marleide tem uma relação curiosa com a cadeira de rodas que utiliza. A paratleta, no início, não se adaptava ao equipamento, mas hoje não se vê mais sem ele.
“Eu não gostava (de utilizar cadeira de rodas). E olha onde eu tô agora. No pódio, na São Silvestre, em primeiro lugar”, afirmou Marleide, em entrevista exclusiva à TV Gazeta.
Com largada às 7h25 (horário de Brasília), na Avenida Paulista, o percurso de 15 km passou por pontos históricos e simbólicos da cidade de São Paulo, como o Estádio do Pacaembu, o Theatro Municipal e o Elevado Presidente João Goulart, com chegada em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero.
Ao completar um século de história, a São Silvestre celebrou sua 100ª edição reafirmando seu papel como o principal evento do atletismo de rua da América Latina.
Assessoria/Giovanna Garcia/Caminho Político
Foto: MIGUEL SCHINCARIOL / AFP
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