O diretor de teatro e de ópera Bob Wilson morreu nesta quinta-feira (31/7), aos 83 anos. Ao longo da carreira, Bob marcou o universo artístico em várias frentes como na pintor, escultor e também como dramaturgo. A notícia da morte foi confirmada pelo estúdio dele, o The Watermill Center. Segundo comunicado, Bob Wilson morreu após uma “breve porém grave doença” e que o diretor se sentiu impelido a continuar trabalhando após ter recebido o diagnóstico. “Seus trabalhos para o palco, em papel, esculturas e retratos em vídeo, assim como o Watermill Center, permanecerão como o legado artístico de Robert Wilson”, escreveu o The Watermill Center em nota. O espaço funcionava como uma espécie de usina de projetos do diretor.
Legado de Bob Wilson
Bob nasceu no estado do Texas, nos Estados Unidos, em 1941 e se mudou para Nova York nos anos 1960. Ele ficou conhecido mundialmente como uma das principais referências do teatro experimental no mundo.
Várias obras dele tiveram montagens brasileiras como é o caso da ópera A Vida e Época de Dave Clarke, que foi, originalmente encenado em São Paulo. Outras montagens incluem A Última Gravação de Krapp, Ópera dos Três Vinténs e Lulu.
O legado no Brasil também incluiu a montagem de A Dama do Mar, em 2013, com elenco brasileiro, e o musical Garrinca, de 2016, que foi desenvolvido por dois anos Watermill Center com referências à biografia Estrela Solitária”, de Ruy Castro além de filmes, fotografias e poemas, para representa o famoso jogador brasileiro representado como um bailarino de pernas tortas.
Assessoria/Camilla Germano/Caminho Político
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