A concretização desse processo significa um aumento sem precedentes na história da exploração da força de trabalho, da desqualificação e precarização das relações de trabalho dentro da GM.
Ela quer o fim do acordo coletivo atual, que traz inúmeras garantias fundamentais para os trabalhadores; quer a introdução praticamente de tudo que a reforma trabalhista autoriza contra os direitos assegurados na CLT e no acordo coletivo.
A GM não está no vermelho, ela já está há anos na frente de outras montadoras no comércio automotivo no Brasil. Ela blefa com o objetivo claro de retirada de direitos e pela ganância de auferir maiores lucros.
Cabe nesse momento aos sindicatos cumprirem seu papel: o de defender os trabalhadores e não caírem nessa conversa de crise e de sair do Brasil. Não é a primeira e nem será a última vez que ela inventa essa história.
Os trabalhadores devem se unir, resistir e lutar contra essa tentativa da GM em acabar de vez com os direitos assegurados na convenção coletiva e da CLT. Todos e todas contra a reforma trabalhista!
Marcelo Toledo é secretário de Formação da FITMETAL e ferramenteiro especializado, há 29 anos na GM de São Caetano do Sul.
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