Os serviços de telefonia
também entraram no esfor-
ço do Senado em busca da
redução de gastos. Dos R$ 5,2
milhões orçados para o consumo
anual, de acordo com
os contratos em vigor, apenas
R$ 1,7 milhão foi efetivamente
gasto em 2014, R$ 3,5 milhões
a menos do que o previsto. Os
valores incluem a telefonia
fixa e o Alô Senado (0800).
O orçamento e a expectativa
de consumo real para o
próximo contrato continuam
caindo. O valor anual foi
orçado em R$ 2,4 milhões,
equivalente a uma redução
de R$ 2,8 milhões (-54%) em
relação ao orçamento do contrato
atual, mas a previsão é
de que seja gasto efetivamente
R$ 1,1 milhão a cada ano, caso
se mantenha o perfil das liga-
ções de 2014. Isso resultará em
uma economia de R$ 600 mil
(-31%) em relação ao que foi
de fato gasto no ano passado.
De acordo com Jeová Dantas
de Jesus, chefe do Serviço
de Tarifação do Senado, a
redução sobre o contrato
anterior é fruto de medidas
adotadas para garantir a
otimização dos gastos.
— Isso está associado à
gestão do Senado. Aconteceu
uma mudança de perfil do
usuário. A principal foi a redução
de terminais que fazem
chamadas para celulares e de
longa distância. Além disso,
obtivemos melhores tarifas.
O novo contrato custará
R$ 6,1 milhões em 30 meses,
representando economia de
R$ 5,2 milhões em relação ao
valor estabelecido no edital.
Assim, o orçamento mensal
passará de R$ 441,5 mil para
R$ 204,8 mil.
SECOM-SENADO
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